
Manifesto do Japa Véio
Quem é este Japa Véio que está aqui, agora, pedindo para acompanhar no dia a dia?
Fala, pessoal! Estou muito feliz por iniciar este blog com vocês e para vocês!
Bom, neste primeiro post faz todo o sentido apresentar-me a vocês: quem é este Japa Véio que está pedindo, agora, para acompanhar no dia a dia, tanto aqui nesse blog, quanto no canal do YouTube (em breve), nas diversões, nos perrengues, nas conversas, nas aventuras?
Vamos lá! Para começar, eu sou descendente de japa. Mas eu fui criado à moda brasileira. Aqui a mistura foi boa: mãe japa e pai nordestino direto de Sergipe, e por isso, em casa nunca teve sushi, sashimi, essas coisas gostosas da culinária japa.
Eu nasci e cresci em São Paulo, capital, em um tempo em que as coisas não eram tão tranquilas. Pois, quando eu era adolescente, era a época daquela inflação de mais de 80% ao mês. Você ia ao mercado de manhã, os produtos tinham um valor. Você ia ao mercado à noite, os mesmos produtos tinham outro valor.
Bom, enfim, não é sobre esse post.
Desde cedo eu tive que aprender o valor de lutar pelas coisas, ter só o que eu pudesse ter, o que os meus pais pudessem me dar. Então, quando eu era adolescente, eu tive de arranjar uma forma de ter uma rendinha extra para que eu pudesse sair com os meus amigos, me divertir. Naquela época, havia as danceterias. A gente ia para as chamadas “domingueiras”. Enfim, eu sempre tive de dar um jeito, mas nada disso me impediu de rir e aproveitar esses bons momentos da vida.
Aliás, o meu objetivo aqui nesse post não é fazer aqueles relatos do tipo: “Ah, ele veio de uma família pobre… ele veio do subúrbio…”. Nada disso importa, tanto faz. É óbvio que, como muita gente, eu já passei por momentos difíceis, já tive os meus perrengues, assim como também já tive as minhas vitórias.
Eu já fui praticante de Karatê, joguei voleibol, ciclismo, stand up paddle, que eu pratico até hoje. Já joguei ultimate frisbee. Para quem não conhece este esporte, vale a pena dar uma pesquisada.
E, também, já tive os meus problemas de saúde. E é exatamente neste ponto que eu quero falar sobre este blog e meu canal no YouTube.
O fato, pessoal, é que a vida vai passando, a gente vai fazendo coisas bacanas, coisas importantes. Enfim, a gente vai deixando um rastro de boas ações pelo caminho que percorremos enquanto a vida vai passando. Mas também, ao mesmo tempo, a gente vai fazendo coisas sem sentido, sem propósito, sem noção. E tudo bem! Faz parte. O meu ponto é que o tempo passa mesmo, sem dó nem piedade. O nosso tempo aqui neste lugar é um pontinho de nada na timeline da história desse planeta aqui onde a gente mora, entendem?
E muitas vezes, mesmo as pessoas mais otimistas perdem algum tempo, ou muito tempo, lamentando-se. Querem ver?
Quando estamos na casa dos 20 anos de idade, a vida é uma festa, juventude aflorada, energia para dar e vender. Mas tem sempre algo para se lamentar. Ou é falta de dinheiro, ou é por ser incompreendido pela família por causa da vida de “baladeiro” que você leva, enfim. Aí chegam os 30 e chora também, achando que não é mais o mesmo jovem de antes. Mas, é só 30! Okay, vai vivendo.
E aí a vida chega aos 40. E chora mais ainda. Costuma dizer frases que começam com “na minha época”, “lá no meu tempo”.
Conte-me aqui nos comentários em qual destas fases da vida você está? Nos 20, 30, 40? Ou mais? Não precisa dizer a sua idade, apenas em que fase você está! E me diga como você se sente hoje nessa sua idade atual.
Dito isso, pessoal, aqui vai a minha lamentação: Em 2025 eu passei por uma cirurgia na coluna lombar. Era uma hérnia de disco que eu já tinha há muito tempo, mas que, naquele momento, estava bloqueando o canal medular, o que resultava em um formigamento na perna esquerda durante dia todo. Uma cirurgia de coluna lombar nunca é tão fácil. E a recuperação, desde lá, não está das mais fáceis. Eu ainda sinto dores lombares que irradiam pela minha perna. Na época, eu fiquei mais de 30 dias circulando entre sofá e cama, cama e sofá. Eu achava que ia ficar bem após a cirurgia, que ia voltar a ter qualidade de vida, mas não é isso que está acontecendo.

Apesar de tudo isso, eu resolvi que não me vou entregar. Resolvi que tenho de sair do sofá. E resolvi que vou viver. E vai com dor mesmo se for o caso.
E aí eu pensei (e aqui vai o meu objetivo): por que não abrir um espaço, um canal, onde a gente possa trocar ideias, trazer algum tipo de entretenimento, viagens e rolês bacanas, conteúdos diversos, reflexões, tudo sempre dentro do escopo desse blog e voltado para o público qualquer de idade! Quero entregar um blog/canal em que eu consiga motivar vocês, incentivá-los, melhorar a qualidade de vida.
Então, aqui vai o grande manifesto do Japa Véio: meu grande objetivo aqui, como criador de conteúdo, será tirar vocês do sofá junto comigo, fazer vocês se mexerem comigo! E, principalmente, melhorar a sua e a minha qualidade de vida!
E além de todo esse perrengue de “véio” com a coluna estragada, tem mais um motivo que me fez tomar essa atitude de me dedicar à criação de conteúdo. Veja nesse post: TAG
A partir de hoje estamos juntos! O Japa Véio Veio para ser o seu canal aqui no mundo dos Blogs e lá no YouTube, onde pretendo entregar vlogs de viagens e programas de muito entretenimento. E tudo isso com o intuito de mostrar que viver com qualidade é possível para todo mundo, independente da idade.

E por falar em viagem, toda vez que vocês estiverem viajando, procurem esse badge colado em algum lugar estratégico, algum totem de turistas. Se você encontrar, é porque o Japa Véio já esteve por ali.
Bora lá?!?